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Sobre

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  • A Ilha

  • História

  • Geografia/Clima

  • Economia

  • Pontos Interesse

Com uma superfície de aproximadamente 62 km2, a segunda ilha mais pequena dos Açores é conhecida como a Ilha Branca, designação inspirada nas características geomorfológicas e nos elementos toponímicos da ilha, com especial destaque para os nomes dados a locais como Pedras Brancas e Serra Branca. Raul Brandão, n' As Ilhas Desconhecidas (1926), ajudou a fixar esta designação, tornando-a conhecida a nível nacional, associando-a também à impressão causada por uma paisagem onde, além dos elementos anteriormente referidos, predomina o casario branco. A ilha tem cerca de 5.000 habitantes e um concelho, Santa Cruz da Graciosa, constituído por quatro freguesias: Vila de Santa Cruz, Vila da Praia, Guadalupe e Luz.

Os ilhéus dispostos ao longo da costa da Graciosa adicionam uma beleza peculiar à ilha. Este é o caso do Ilhéu da Praia, que alberga uma diversificada população de aves marinhas, do Ilhéu de Baixo, frente à Ponta da Restinga, o Ilhéu das Gaivotas, perto do Carapacho, e do Ilhéu da Baleia, localizado na Baía da Ponta da Barca, assim designado devido à sua forma.

As ondulantes searas, o verde e o roxo das vinhas, as pás dos moinhos de vento girando, uma lagoa escondida nas profundezas da terra, a paz e o sossego da vida no campo e os deliciosos vinhos são atracções da Graciosa. Noutro teatro igualmente belo, a entrada no mar oferece as cores do arco-íris da vida subaquática.

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É incerta a data do seu descobrimento, embora seja provável que tenha ocorrido na sequência do povoamento da vizinha ilha Terceira. Os investigadores coincidem em apontar Vasco Gil Sodré, de Montemor-o-Velho, como um dos primeiros povoadores da ilha, à qual chegou vindo de África e depois de ter passado pela Terceira. Não existe, porém, consenso quanto ao primeiro capitão do donatário da ilha, estando as opiniões divididas entre o próprio Vasco Gil Sodré, Duarte Barreto e Pedro Correia da Cunha. Em 1507, a capitania da ilha seria doada a D. Fernando Coutinho e permaneceu nessa família até 1642.

Com segurança sabe-se o seguinte: os primeiros povoadores desembarcaram na Praia, o povoamento organizou-se a partir da Terceira e evoluiu rapidamente, com pessoas oriundas do Algarve e da zona de Coimbra, aos quais se seguiram gentes do Norte de Portugal, várias gerações de terceirenses e alguns estrangeiros.

Foi Santa Cruz que os povoadores escolheram mais tarde como segundo local de habitação, devido às melhores condições de penetração no interior do território. Foi a partir desses dois lugares – Praia, com melhores enseadas e características de desembarque, e Santa Cruz, com melhores acessos a terrenos agrícolas – que se processou a ocupação humana da ilha.

A subsistência da ilha baseou-se desde cedo na agricultura, incluindo a produção de vinho, e na criação de gado. É verosímil que as actividades da pesca e da apanha de marisco também fossem importantes. A vizinha ilha Terceira foi uma presença importante na vida económica da Graciosa, vindo de lá a maior parte dos produtos de que a Graciosa necessitava, nomeadamente açúcar, ferro, panos, breu, cordas e amarras de navios, especiarias, conservas, azeitonas.

Em meados do século XVII, a Graciosa já apresentava, nas suas linhas gerais, o panorama agrário que viria a caracterizá-la no século XX. Os campos de lava chamados "Biscoitos" já estavam ocupados com vinhas que davam excelente vinho; noutras terras baixas produziam-se cereais. As terras altas, designadamente a subida para a serra das Fontes, serviam de pastos.

Em finais do século XVII, as principais produções da ilha eram o trigo, a cevada e o vinho, cuja produção apenas era superada pela quantidade produzida no Pico e em S. Jorge. A partir do século XIX, a base económica da ilha conhece uma alteração significativa com a introdução do milho. Em conjunto com o feijão, esta cultura viria a deter grande importância para a economia graciosense.

À semelhança do que aconteceu por todas as ilhas açorianas, também a Graciosa sofreu com o flagelo dos ataques de piratas. Uma vitória alcançada em 1622 viria a estar na origem do lugar da Vitória perto de Santa Cruz.

Várias figuras históricas visitaram a Graciosa ao longo dos séculos. Dos visitantes portugueses, assumem destaque o padre António Vieira, famoso escritor português do século XVII que permaneceu lá por dois meses antes de retomar viagem para Lisboa, e Almeida Garrett, a quem se deve a introdução do Romantismo em Portugal, e que chegou lá quando contava apenas 15 anos de idade. Diz-se que, desde esses anos de juventude, os versos que escreveu sobre a ilha já eram reveladores do seu talento poético.

Dos visitantes estrangeiros, há notícia de Chateaubriand ter lá desembarcado no curso da viagem que empreendeu em direcção à América para escapar dos tumultos causados pela Revolução Francesa. Outro visitante ilustre, o príncipe Alberto I do Mónaco, chegou à Graciosa em 1879, movido pelo interesse científico que o impelia a estudar fenómenos hidrográficos e de biologia marinha. Uma vez lá, visitou a Furna do Enxofre, gruta situada no interior da Caldeira, tendo descido até ao interior da cratera usando uma escada de corda e, mais tarde, salientado o interesse científico e turístico do local.

Em 2007, a Graciosa foi classificada pela Unesco como Reserva da Biosfera, e em 2010 a ilha aderiu à rede internacional de verificação de ensaios nucleares criada na sequência do Tratado de Interdição Completa de Testes Nucleares, tendo sido lá instalada uma estação de detecção e monitorização desse tipo de ensaios.

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Coordenadas: 39° 05' N e 28° 05' O

A Graciosa localiza-se a noroeste da estrutura tectónica conhecida como Rifte da Terceira. Tem uma forma oval e está orientada na direcção noroeste-sudeste. Com uma área de cerca de 62 km2, ela mede 12,5 km de comprimento e 8,5 km de largura máxima. Baixa e plana, nas áreas do norte e nordeste, eleva-se gradualmente até à altitude máxima de 402 metros, na orla leste da Caldeira, e de 398 metros, no Pico Timão, no complexo da Serra Dormida.

A ilha apresenta uma constituição que integra quatro unidades distintas: o maciço da Caldeira, o maciço da Serra Branca e da Serra Dormida, a Serra das Fontes e a região do noroeste com altitude média de 200 metros. Existem duas baías pouco profundas, situadas no sudeste e sudoeste, correspondentes aos portos de pesca em Vila da Praia e Folga, respectivamente. Ao longo da costa nordeste existem várias enseadas perto de Santa Cruz, que foram usadas como portas de entrada na ilha, agora em desuso, assim como o antigo porto comercial de baleias e da Barra, que são agora utilizados como zonas de recreio. 

Clima

A baixa elevação da ilha influencia um clima mais seco do que aquele que caracteriza o quadro geral do arquipélago. Apresentando um nível baixo de pluviosidade que se intensifica nos meses de Verão, a Graciosa ostenta no início do Outono uma tonalidade esbranquiçada que, em conjunto com os demais factores que a tornaram conhecida como a "ilha Branca", intensificam a impressão de secura que a define.

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As actividades económicas da ilha concentram-se na agricultura, pecuária e na indústria de lacticínios, desenvolvidas num ambiente de tranquilidade rural. Os terrenos da ilha, excelentes apesar da escassez de água, produzem várias espécies de frutas e vinha, alimentam com erva o gado leiteiro e de carne, e contribuem, assim, para a produção de queijo e de outros produtos lácteos.

A procura de melhores condições de vida levou muitos dos jovens graciosenses a integrar correntes migratórias, especialmente expressivas ao longo da segunda metade do século XIX e durante as décadas de 60 e 70 do século XX, para destinos como o Brasil e os Estados Unidos. Em resultado desta tendência, a Graciosa conheceu um decréscimo demográfico que se repercutiu na realidade socioeconómica da ilha e que dificultou o combate à pobreza por entre os seus habitantes.

A partir de 1980, os planos de reconstrução exigidos pelo sismo que abalou o Grupo Central dos Açores ofereceu uma oportunidade de edificação de estruturas essenciais à ligação com o exterior, como um porto comercial e o Aeródromo, além de ter, simultaneamente, fortalecido a exportação e a importação de bens e serviços.

Além disto, a Graciosa tem beneficiado de investimentos em infra-estruturas que incluem a requalificação do ensino secundário, a construção de uma nova fábrica de leite e do porto de pesca. Melhorias nas áreas de lazer, na vila da Praia, e a remodelação das Termas no Carapacho, a construção de um novo hotel e o centro médico têm sido importantes no desenvolvimento da indústria do turismo e no apoio à comunidade local.

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Museu da Graciosa, de vocação etnográfica e que inclui, além das peças ligadas às actividades tradicionais da ilha, colecções de moedas, postais, fotos, jornais antigos, documentos, livros e documentos de Direito do séc. XIX e XX, numismática, vestuário, armaria e condecorações;

Monte de Nossa Senhora da Ajuda, com vista para a cidade de Santa Cruz;

Furna do Enxofre – uma cavidade vulcânica de grandes dimensões, que alberga no seu interior um lago e algumas fumarolas. Situa-se no interior do maciço da Caldeira, uma cratera de um antigo vulcão, depois de se atravessar um túnel com cerca de 100 m de profundidade. Recomenda-se que as visitas decorram entre as 11H00 e as 14H00, quando a luz solar penetra verticalmente por uma abertura estreita, banhando o interior com uma luminosidade ímpar;

Outras grutas: Bolos, Lembradeira, Manuel de Ávila, Labarda, Furada, Linheiro, Cardo, Gato, Castelo, Calcinhas, Queimado, Vermelho, Cão, Urze e Luís;

A partir do cume do Pico Timão, a uma altitude de 398 m, e do Facho, a uma altitude de 375 m, bem como das serras Dormida, Branca e Fontes, poderá ter uma ideia não só da ilha, mas do mar circundante e das ilhas Terceira, São Jorge, Pico e Faial;

As Termas do Carapacho disponibilizam banhos quentes (a temperatura oscila entre os 35ºC e os 40ºC) com águas medicinais. Descobertas por volta de 1750, estas águas termais começaram a ser utilizadas para fins terapêuticos ainda no século XVIII e são consideradas muito eficazes no tratamento do reumatismo e de doenças da pele.

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Activités

Observação de Pássaros

Existem inúmeras espécies em todas as Ilhas.

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Observação de Baleias

Os Açores são um paraíso para a observação de Baleias e outros Cetáceos.

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Iatismo

A Baia da Horta é ponto de paragem para os inúmeros iates que atravessam o Atlântico.

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Pesca em Alto-Mar

Prepare-se para impressionantes capturas!

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Caminhada

Uma das melhores formas de conhecer as Ilhas é, sem dúvida, a pé.

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Cachalote

Uma cortesia da Picos de Aventura.

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Golfe

Os Açores tem três campos de 18 buracos, dois em São Miguel e um na Terceira.

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Graciosa apresenta duas pequenas praias de areia fofa e uma piscina natural no Carapacho. Formada por rochas vulcânicas, a Graciosa satisfaz as necessidades dos nadadores e banhistas, com a sua luz do sol e do mar. Praia e Santa Cruz da Graciosa, oferecem boas condições naturais para a prática de vela, windsurf e esqui aquático.

No entanto, é o fundo marinho, ao longo da costa da Graciosa, que fornece o grande atractivo para quem gosta de passar as suas férias com actividades no mar. As águas transparentes escondem grutas e rochas de formas estranhas e cores variadas cobertas com algas e moluscos. A riqueza de peixes, de todos os tamanhos e cores, despertam as emoções dos mergulhadores e fazem senti-los que caíram num mundo feito de brilho. Toda a costa da Graciosa proporciona excelentes condições para mergulho. A Pesca a partir das rochas ou barco, permite capturas interessantes de bicuda, bonito oceânico, congro, pargo, moreia, garoupa, bodião, peixe porco, polvo e lagosta.

Para os caçadores, existem coelhos codornizes e pombos em abundância.

A Graciosa tem a Gruta do Enxofre, um raro fenómeno vulcânico. Uma escada em caracol, leva-o para um enorme lago de água sulfurosa morna. A gruta tem um diâmetro de 128 metros, 81 metros de altura e uma profundidade de 102 metros. As visitas são melhor apreciadas entra as onze horas da manhã, até às duas horas da tarde, quando a luz solar penetra por uma abertura estreita, banhando o interior com a bonita e única luminosidade.

Graciosa também apresenta vales com fendas óptimas para o trekker, estando concentradas em locais como a Furna dos Bolos, Manuel de Ávila, Cardo, Cão, Gato, Queimado, Labarda, Furada, Linheiro, Lembradeira, Castelo, Calcinhas, Vermelho, Urze e Luís.

Événements

Sata Rallye Açores

Prova integrada no campeonato IRC.

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Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres

Acontecem em São Miguel, sendo as maiores festas religiosas dos Açores.

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Sanjoaninas

Ocorrem em Junho, na Ilha Terceira e são festas repletas de alegria, cor e música.

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O entusiasmo e a cor das peregrinações, são renovados todos os anos nos Festivais do Senhor Santo Cristo dos Milagres, realizada na Vila de Santa Cruz da Graciosa, especialmente decorada para a ocasião. As cerimónias tem o poder de atrair pessoas de toda a Graciosa e de outras ilhas, bem como emigrantes açorianos nos Estados Unidos. Estas festividades são realizadas todos os anos em Agosto.

Os Festivais do Espírito Santo são um símbolo da devoção dos açorianos e uma expressão de um culto com raízes medievais. Estes animam as freguesias, aos domingos, com a procissão do imperador, a decoração vistosa da capela chamada de teatro, ou império e do bodo, um banquete em que o vinho e a comida são distribuídos gratuitamente. As festas são distribuídas por toda a ilha, depois de Pentecostes, e aí juntam-se os moradores locais e visitantes, em conjunto com o mesmo espírito religioso e festivo.

Gastronomie

Alcatra

Típica da Ilha Terceira, é cozinhada em Alguidares de Barro.

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Cozido nas Furnas

Cozinhado nas terras quentes das Furnas, em São Miguel, é uma especialidade a não perder.

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Sopas do Espírito Santo

Em Santa Maria, é mantida a tradição.

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Biscoitos de Orelha

Um doce típico da Ilha de Santa Maria.

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Na Graciosa, os peixes abundam na sua costa e ocupam um lugar de honra na tradição culinária local, na forma de caldeiradas de peixe e peixe assado. As lagostas, Cavacos e Santolas locais são uma requintada refeição, enquanto os caranguejos pequenos e as cracas podem servir como saborosos aperitivos.

Os doces locais são ricos e variados e incluem não só as queijadas, mas as especialidades como encharcados de ovos, capuchas, bolos de Junça, cavacas, barrigas, pastéis de arroz, escomilhas e massa sovada, estando este último relacionado com as Festas do Espírito Santo.

Para acompanhar a refeição, há o famoso vinho branco da Graciosa, leve, seco e frutado, ou então o vinho de cheiro, que acompanha todos os festivais na ilha. A aguardente, envelhecida em barris, é um excelente digestivo e aqueles que gostam de bebidas doces, têm um vinho licoroso, produzido localmente, chamado Angelica.

Os primeiros colonos vieram de terras onde o cultivo da vinha era uma tradição secular. Quando viram as camas de lava chamadas de Biscoitos, ensolarado e apenas levemente húmida, e que cobre parte da ilha, à força de trabalho árduo conseguiram plantar a vinha trazida do continente. Isso marcou o nascimento, no início do século XVI, das vinhas que cortam a paisagem em rectângulos de pedra negra. A doença da filoxera devastou os vinhedos no século XIX, sendo a cepa original, Verdelho, acompanhado por Arinto e mais tarde por Terrantas, tendo garantido a sobrevivência da vinha na ilha.

Artisanat

Scrimshaw

Trabalhos feitos em osso e dente de Baleia.

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Cerâmica e Olaria

Comum em São Miguel, principalmente na Vila da Lagoa.

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Trabalhos em Miolo de Figueira

Comum em praticamente todas as Ilhas, ganha maior expressão no Faial.

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Bordados

São comuns em todas as ilhas e encontrados com facilidade em lojas de artesanato e Souvenirs.

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Sendo uma ilha absorvida pelo trabalho agrícola e pesca, o artesanato da Graciosa está concentrado sobre estas actividades, que muitas vezes repetem modelos ancestrais que merecem aparecer em museus etnográficos, sendo comuns os Arados e jugos, grades e pesca artesanal.

A existência de depósitos de argila, permitiu uma tradição cerâmica que, em olarias pitorescas, produzem peças para uso diário como vasos, potes, chávenas de chá. O violão regional, que anima todos os Açorianos, é produzido na ilha por habilidosos artesãos que transformam a madeira em instrumentos sonoros, delicadamente decorados.

Produits Locaux

Ananás

Cultivado em estufas, é apenas produzido em São Miguel.

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Queijo

Sendo produzido em todas a Ilhas, o mais conhecido é o Queijo de São Jorge.

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Wine

Here you can find the famous Pico Verdelho wine.

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Produtos locais da Graciosa incluem o artesanato típico açoriano, bem como instrumentos musicais, como a Guitarra de São Mateus.

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