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Sobre

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  • A Ilha

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  • Economia

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imagem da Ilha de São JorgeA ilha de São Jorge faz parte do Grupo Central dos Açores e situa-se no centro desse conjunto de ilhas, uma localiação que corresponde ao centro geométrico do próprio arquipélago, encontrando-se a 37 km da Graciosa, a 20 km do Pico, a cerca de 40 km da Terceira e a 30 km do Faial. A sua localização privilegiada permite-lhe ser observada das restantes ilhas do Grupo Central, proporcionando ao visitante, mais do que qualquer outra ilha, a impressão forte de pertença a um arquipélago.

A ilha tem características singulares que começam por se manifestar na forma muito alongada que apresenta, alcançando cerca de 60 km de comprimento para apenas cerca de 7 km de largura máxima. Vista ao longe, a silhueta alta desta ilha faz lembrar, como notou Raul Brandão (As Ilhas Desconhecidas, 1926), o dorso de um grande animal à tona de água. Nos seus dois extremos, é completado por dois ilhéus: a poente, o Ilhéu do Canalhoto, e a nascente o Ilhéu do Topo. Na sua área aproximada de 246 km2 vivem cerca de 9.500 habitantes, sendo os principais municípios Velas e Calheta.

São Jorge distingue-se pela imponência de uma morfologia constituída por costas acidentadas, cercadas por negros e elevados rochedos, talhados quase a pique, e uma enorme plataforma cuja altitude varia entre os 300 e os 800 metros. O seu pico mais alto, o Pico da Esperança, tem 1.053 m, oferecendo excelentes vistas sobre as outras ilhas do Grupo Central. A costa norte apresenta uma morfologia alta e abrupta, com falésias fustigadas pelo mar, em contraste com a maior suavidade que caracteriza a costa sul. A beleza mais agreste do norte contrasta, assim, com o efeito mais suave do sul, abrilhantado pela existência de quedas de água que se precipitam no Atlântico.

Nas zonas baixas, a divisão das propriedades agrícolas e a separação das culturas levaram ao recorte do território em socalcos geométricos delineados por muros de pedra, tufos de hortênsias ou de arbustos. A urze é uma das presenças dominantes no desenho de uma identidade paisagística própria, na qual surpreende a harmonia entre a rigidez da pedra negra e o movimento ondulante da vegetação fértil.

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A história da ilha de São Jorge está envolta em mistério. A primeira referência data de 1439, numa carta em que o rei D. Afonso V autoriza o Infante D. Henrique a mandar povoar as sete ilhas dos Açores, mas ela já figura num mapa catalão de 1375 com a designação de San Zorze, alusivo ao dia provável do seu descobrimento, 23 de Abril. Certo é que ela foi a quarta a ser (re)descoberta, tendo sido doada em 1483 ao então capitão de Angra do Heroísmo, João Vaz Corte Real, assim se constituindo a 4ª capitania dos Açores, com sede em Velas.

Outro aspecto em que os historiadores coincidem é no facto de o povoamento ter sido iniciado na segunda metade do século XV, quando um dos seus primeiros povoadores, o flamengo Wihelm van der Haagen (Guilherme da Silveira) aí chegou trazendo numerosa família e gente de diversas profissões, fundando um povoado no zona do Topo, onde se fixou a partir de 1480.

Contrariamente ao verificado nas restantes ilhas, o povoamento de São Jorge não privilegiou as zonas do litoral. As características morfológicas da ilha ditaram a criação de povoados em lugares acima dos 400 metros. A costa sul, apresentando zonas mais planas, de menor altitude e com mais fácil acesso ao mar, foi escolhida pelos primeiros povoadores, tendo levado ao estabelecimento de núcleos habitacionais no Topo, nas Velas e na Calheta. A partir desses locais, o povoamento de São Jorge progrediu gerando variações na ocupação do território, consoante a morfologia dos locais. Nas zonas de maior altitude, evidencia-se um modelo de ocupação do território perfeitamente linear, de que a freguesia dos Rosais constitui o melhor exemplo; na parte oriental da ilha, e sempre que as condições do terreno o exigiam, o povoamento foi mais disperso.

As Velas foram elevadas a Vila, em 1500, o Topo em 1510 e a Calheta, em 1534. Os principais pilares económicos foram a produção de uvas, trigo, pastel e urzela. Os dois últimos produtos foram exportados para a Flandres e para outros países europeus para uso em tinturaria.
A crise dinástica, provocada quando Filipe II de Espanha ocupou o trono português, teve os seus reflexos em São Jorge, que, à semelhança da ilha Terceira, tomou o partido do pretendente D. António, Prior do Crato. Na verdade, São Jorge só capitulou perante os espanhóis após a queda da Terceira, em 1583.

Esta ilha conheceu um isolamento secular, atribuído ao abrigo precário que os seus portos ofereciam aos navios e à sua reduzida importância económica. Mesmo assim, foi alvo de ataques de corsários ingleses e franceses, turcos e mouros. Por volta de 1610, foi tentada uma invasão inglesa, contrariada por Manuel de Azevedo, Tomé Gregório e Simão Gato. Este último tomou aos ingleses uma bandeira que arvorou orgulhosamente, tendo o feito sido premiado com a criação da capitania da Calheta, local onde tinha havido o confronto, e Manuel de Azevedo nomeado para o cargo de capitão-mor. No século XVIII, o corsário francês Duguay-Trouin atacou a vila das Velas a 19 de Setembro de 1708, com uma frota de 11 barcos, tendo entrado nela no dia seguinte. Os franceses permaneceram na vila cinco dias, saqueando as igrejas e casas. Foi depois desta invasão que se construiu o castelo da Eira, conhecido como Castelinho, para defender a parte por onde houve o desembarque.

Outras calamidades também afectaram a ilha, como as erupções vulcânicas de 1580 e de 1808, as inundações em 1588, 1606, 1713, 1732, 1842, 1856, a escassez de alimentos e fome em maus anos de colheita (1593, 1647, 1678, 1713, 1812, 1846-47, 1857, 1858, 1859, 1877, 1893-94), bem como terramotos (1757, 1964 e 1980) e o ciclone de 1899.

O isolamento acabou por ser superado pelos trabalhos realizados nos dois principais portos da ilha: Velas e Calheta, bem como pela construção de um aeroporto. Estas obras públicas abriram novos horizontes de prosperidade e progresso para São Jorge, que conta com uma utilização mais eficiente dos seus recursos naturais e com a expansão da pecuária, a indústria de lacticínios, pesca e indústria conserveira.

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Coordenadas: 38°37'40"N 28°1'2"O

A ilha de São Jorge surgiu como resultado de sucessivas fissuras e erupções vulcânicas em linha recta, inactivos no último século, de que restam crateras alinhadas ao longo do comprimento da ilha. A origem vulcânica da ilha dotou-a com um contraste muito vincado entre a paisagem impetuosa das escarpas abruptas de lava negra e o cenário cativante das encostas serenas cultivadas, entre densos arvoredos e caminhos floridos.

Pródiga em actividade sísmica, a história da ilha está marcada por várias catástrofes, como, por exemplo, as erupções de 1580, que duraram quatro meses, o terramoto de 1757 e o vulcão de 1808, que destruiu por completo a zona da Urzelina, tendo apenas resistido a torre da antiga igreja.

São Jorge é, portanto, caracterizado por regular actividade sísmica, pela grande altitude do seu território, irregularidade do relevo e a existência de cones vulcânicos alinhados ao longo do comprimento da ilha. As condições do relevo e de altitude dificultaram a ordenação do território para fins agrícolas, explicando a existência de muitas pastagens e, consequentemente, o sucesso do investimento na pecuária e na indústria de lacticínios.

Clima

À semelhança da maioria das ilhas açorianas, São Jorge recebe a influência da corrente do Golfo e de um centro de altas pressões. Estes dois elementos contribuem para que se verifique uma tendência para temperaturas do ar moderadas, situadas entre os 14ºC e os 24ºC, e para a ocorrência de tempestades atlânticas, no Inverno, altura do ano em que se regista igualmente um índice elevado de precipitação. A morfologia alta e montanhosa da ilha determina a acção de ventos fortes e elevados índices de humidade e pluviosidade.

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Após um período de agricultura de subsistência, a economia local começou a desenvolver alguns produtos para exportação como a urzela e o pastel. Mais tarde, a introdução de outras culturas, como o trigo e o milho, ajudou a fortalecer a economia da ilha. Mas foi o pastel a exportação mais importante de São Jorge, tendo sido inicialmente introduzido por Willem van der Haagen, por volta de 1490, e exportado principalmente para os seus conterrâneos na Flandres. Tanto o pastel como a urzela foram muito populares na Europa Central como corantes.

Após 1571, as exportações tradicionais foram ultrapassadas pelas uvas e o vinho e assim se mantiveram durante os três séculos seguintes. A maioria da produção de vinho foi localizada no litoral sul, na zona que se estende da Ribeira do Almeida até à Fajã das Almas, freguesia das Manadas, no concelho das Velas. Noutros locais também se podem encontrar vinhas, como na Fajã de São João e Fajã Grande, Ponta de Rosais, Ponta Furada, Ouvidor e Caldeira. O sítio dos Casteletes, na freguesia da Urzelina, era, segundo testemunhos antigos, o que produzia o melhor vinho dos Açores. As castas de melhor qualidade eram o Verdelho e Terrantez; outras, como o Bastardo, o Moscatel e o Alicante, embora produzidas em menor abundância, também contribuíram para a valorização das zonas vinhateiras.

Contrariamente às outras ilhas, onde as vinhas cresciam nas rochas, as uvas de São Jorge tanto cresciam sobre o solo, abrigadas por paredes em forma de currais, como espalhadas pelas faias e arvoredos.

Os Vinhos de São Jorge foram tão apreciados que D. Antão de Almada, Capitão-General dos Açores (1766-1774), criou a marca São Jorge, a fim de atenuar as vendas fraudulentas. O vinho também foi muito bem recebido durante a Exposição Mundial de 1867, em Paris, onde rivalizou com o vinho do Porto.

Infelizmente, o oídio (doença da videira) atingiu a ilha em 1854, arrasando esta próspera indústria. Foram feitas várias tentativas para reiniciar a indústria do vinho, mas depois disso a filoxera continuou a destruir muitas das vinhas do concelho da Calheta, durante a segunda metade do século XIX, e em toda a ilha a doença levaria muitos produtores à falência.

O inhame é muito popular e cultivado em qualquer terreno e foi usado como um alimento de subsistência durante os primeiros anos de povoamento das ilhas, embora nunca se tenha tornado um grande produto de exportação. Foi tão importante para a subsistência da ilha que deu origem a um motim histórico em 1694, associado ao dízimo do inhame, figurando no Brasão de Armas da Calheta, bem como nos motivos que decoram os passeios de calçada à portuguesa, desenhados com cubos pequenos de basalto e calcário.

A pesca e o turismo continuam a ser uma parte importante da economia local. A observação de baleias é uma das actividades mais populares em São Jorge.

Apesar dos cereais, vinhas e produtos hortícolas ainda serem culturas tradicionais da ilha, a economia de São Jorge está actualmente muito dependente da indústria de lacticínios. Além de ser a mais antiga indústria da ilha, ela é também é de maior importância. A beleza notável das pastagens de São Jorge tem, portanto, uma contrapartida de robustez económica, que tornou a ilha conhecida pelo sabor incomparável dos seus queijos. Os prados naturais, ricos em trevo, constituem a maior riqueza de um território sujeito a tantas calamidades. O fabrico do queijo de São Jorge diversificou-se nos últimos anos e tem sabido aliar processos antigos com técnicas modernas de produção que contribuíram para a consolidação do selo de qualidade dos lacticínios desta ilha.

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A Fajã da Caldeira do Santo Cristo, localizada na costa norte da ilha, uma reserva natural protegida com uma lagoa de água salgada e um pequeno lugarejo;

O ilhéu do Topo, situado na ponta oriental da ilha, também reserva natural e um abrigo para inúmeras espécies migratórias de aves marinhas;

Um trilho à beira-mar, perto da Urzelina, leva-o até às Furnas das Pombas, uma curiosa formação rochosa vulcânica que é povoada por pombos selvagens;

Urzelina, local onde uma torre é tudo o que resta de uma antiga igreja que foi sepultada, quando o Pico da Esperança entrou em erupção em 1808;

Manadas - Uma vila pitoresca com atraentes casas de campo, rodeada de pomares e de campos de cultivo, onde poderá visitar a Igreja de Santa Bárbara, construída no século XVIII, em estilo Barroco, e que possui uma valiosa colecção de azulejos pintados à mão retratando cenas da vida de Santa Bárbara.

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Atividades

Observação de Pássaros

Existem inúmeras espécies em todas as Ilhas.

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Observação de Baleias

Os Açores são um paraíso para a observação de Baleias e outros Cetáceos.

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Iatismo

A Baia da Horta é ponto de paragem para os inúmeros iates que atravessam o Atlântico.

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Pesca em Alto-Mar

Prepare-se para impressionantes capturas!

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Caminhada

Uma das melhores formas de conhecer as Ilhas é, sem dúvida, a pé.

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Cachalote

Uma cortesia da Picos de Aventura.

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Golfe

Os Açores tem três campos de 18 buracos, dois em São Miguel e um na Terceira.

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A ilha de São Jorge é um paraíso para desportos de pesca e mergulhadores interessados na observação subaquática. Em São Jorge encontram-se uma enorme quantidade de peixes ao longo da costa. Para os caçadores, São Jorge oferece coelhos e pombos, mas é a paisagem variada, repleta de paisagens deslumbrantes que certamente fascina qualquer caminhante.

Emocionantes paisagens e ravinas profundas, as formas geométricas dos cones de vulcões extintos e os tons coloridos das flores silvestres, fazem da ilha de São Jorge um encontro perfeito com a natureza.

Eventos

Sata Rallye Açores

Prova integrada no campeonato IRC.

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Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres

Acontecem em São Miguel, sendo as maiores festas religiosas dos Açores.

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Sanjoaninas

Ocorrem em Junho, na Ilha Terceira e são festas repletas de alegria, cor e música.

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Os habitantes de São Jorge realizam uma alegre e colorida série de eventos todos os anos. Estas são as famosas Festas do Espírito Santo, que remontam à época da colonização e onde participam os habitantes, em conjunto e espírito fraterno.

A festa começa com a coroação do Imperador e continua com a exibição da coroa durante oito dias, passando pela casa de todos os ‘irmãos’ e terminando com um Império, onde é servida uma abundante refeição animada por foliões. Da parte da tarde, as bandas animam a festa com música e ás vezes, touradas à corda, tradição trazida da vizinha ilha Terceira. As touradas são mantidas por toda a ilha, começando na Primavera e continuando até o final do Verão.

O evento da Semana Cultural é realizado na primeira semana de Julho, nas Velas, enquanto na Calheta se celebra a Festa na segunda semana de Julho, com música, teatro, exposições, conferências e seminários. Participam artistas nacionais e internacionais, fazendo também parte do programa vários eventos desportivos.

A Romaria de Santo Cristo é uma festa alegre e tradicional realizada em São Jorge, onde fogos de artifício, arcos coloridos e música fornecem o cenário para a cerimónia religiosa. É realizada em Fajã do Santo Cristo, no primeiro Domingo de Setembro.

Gastronomia

Alcatra

Típica da Ilha Terceira, é cozinhada em Alguidares de Barro.

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Cozido nas Furnas

Cozinhado nas terras quentes das Furnas, em São Miguel, é uma especialidade a não perder.

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Sopas do Espírito Santo

Em Santa Maria, é mantida a tradição.

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Biscoitos de Orelha

Um doce típico da Ilha de Santa Maria.

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Os pratos de carne e peixes, típicos da cozinha Açoreana, estão presentes também em São Jorge. No entanto, São Jorge tem direitos exclusivos sobre as amêijoas, únicas em sabor e apenas encontradas na Caldeira de Santo Cristo. Há também uma grande variedade de doces como, coscorões, rosquilhas de aguardente, suspiros, Esquecidos, bolo de Véspera, cavacas, bolo de coalhada e doce branco.

A Ilha é, de longe, mais conhecida pelo famoso Queijo de São Jorge. A erva verde dos campos é transformada em leite pelas saudáveis vacas, sendo a partir dele produzido este queijo amarelo-palha, que tem sensivelmente o tamanho de uma roda, pesando entre 7 e 10 Kg. Curado durante vários meses, em salas onde a temperatura é mantida constante, o queijo adquire uma cor de mel, sendo exportado para vários países, onde é apreciado como aperitivo ou sobremesa, pelo sabor picante único.

Artesanato

Scrimshaw

Trabalhos feitos em osso e dente de Baleia.

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Cerâmica e Olaria

Comum em São Miguel, principalmente na Vila da Lagoa.

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Trabalhos em Miolo de Figueira

Comum em praticamente todas as Ilhas, ganha maior expressão no Faial.

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Bordados

São comuns em todas as ilhas e encontrados com facilidade em lojas de artesanato e Souvenirs.

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Os artesãos de São Jorge, são responsáveis por uma das formas mais características do artesanato Açoreano, com a colcha de fabrico caseiro, uma manta de retalhos formada por quadrados e rectângulos, onde o vermelho e o amarelo são as cores predominantes. Essas mantas coloridas são feitas em de teares mecânicos usando técnicas seculares.

Produtos Locais

Ananás

Cultivado em estufas, é apenas produzido em São Miguel.

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Queijo

Sendo produzido em todas a Ilhas, o mais conhecido é o Queijo de São Jorge.

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Wine

Here you can find the famous Pico Verdelho wine.

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São Jorge é conhecido pelos seus queijos e mantas coloridas.

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